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| A tecnologia de amplificação digital S-Master™ HX, desenvolvida exclusivamente para o Walkman, ajuda a proporcionar um som potente e detalhado. Créditos: SONY |
Nova linha premium da Sony reúne três tocadores de música digital, com áudio de alta resolução, componentes especializados e bateria que pode chegar a 40 horas de reprodução.
A Sony anunciou uma atualização de sua linha premium de tocadores de música digital Walkman. Os novos modelos NW-WM1ZM3, NW-WM1AM3 e NW-ZX900 chegam ao mercado com melhorias na construção interna, recursos voltados à reprodução de áudio de alta resolução e preços que podem alcançar US$ 5.899 nos Estados Unidos.
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| Os modelos NW-WM1ZM3 e NW-WM1AM3 reúnem as tecnologias de áudio mais avançadas da Sony, incluindo componentes essenciais feitos de cobre livre de oxigênio, para uma qualidade de som incomparável. |
O destaque da apresentação é o NW-WM1ZM3, modelo mais caro da nova linha. Seu chassi principal e a parte traseira são fabricados em cobre sem oxigênio com pureza de 99,99%, revestido a ouro. O aparelho também utiliza componentes internos selecionados para reduzir interferências e aprimorar a transmissão do sinal de áudio.
Três modelos para o público audiófilo
A nova família foi desenvolvida para consumidores que valorizam a qualidade sonora e procuram equipamentos dedicados à reprodução de música.
O NW-WM1ZM3 tem preço anunciado de US$ 5.899. Já o NW-WM1AM3 custa US$ 2.999,99, enquanto o NW-ZX900 foi anunciado por US$ 1.899,99.
Os valores divulgados são referentes ao mercado norte-americano. Até o momento, a Sony não anunciou preços oficiais para o Brasil.
Componentes internos e construção diferenciada
Nos modelos NW-WM1ZM3 e NW-WM1AM3, a Sony reformulou a arquitetura de alimentação elétrica. Entre as mudanças estão o uso de dois capacitores de polímero sólido de grande porte e fiação de cobre sem oxigênio instalada manualmente.
O modelo NW-WM1ZM3 também conta com cabeamento KIMBER KABLE e parafusos banhados a ouro. Já os modelos NW-WM1AM3 e NW-ZX900 utilizam chassi principal de liga de alumínio e uma estrutura traseira de cobre sem oxigênio banhado a ouro.
Segundo a fabricante, as alterações foram projetadas para contribuir com a qualidade do sinal e a reprodução sonora.
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| O NW-ZX900 herda muitos dos mesmos componentes de áudio premium usados no modelo principal da Sony, o NW-WMZM3, oferecendo qualidade de som excepcional com um design elegante. |
Áudio de alta resolução e reprodução de arquivos
Os três aparelhos contam com amplificador digital S-Master HX e tecnologia DSD Remastering Engine, que converte áudio PCM para DSD de 11,2 MHz.
O recurso pode ser utilizado tanto com músicas armazenadas no aparelho quanto durante a reprodução de conteúdo por streaming via Wi-Fi.
Os dispositivos também receberam telas maiores. Os modelos NW-WM1ZM3 e NW-WM1AM3 têm displays de 5,5 polegadas, enquanto o NW-ZX900 possui tela de 5 polegadas.
Bateria pode chegar a 40 horas
A autonomia varia conforme o modelo e o tipo de reprodução.
De acordo com os dados divulgados pela Sony, os NW-WM1ZM3 e NW-WM1AM3 podem alcançar até 35 horas de reprodução de arquivos MP3 a 128 kbps, ou até 31 horas em streaming.
O NW-ZX900 oferece autonomia anunciada de até 40 horas com arquivos MP3 e até 35 horas durante o streaming. Os resultados reais podem variar conforme as configurações e as condições de uso.
Venda e disponibilidade
A Sony informou que os novos Walkman estarão disponíveis para encomenda nos Estados Unidos por meio de seus canais de venda e varejistas parceiros. A disponibilidade pode variar de acordo com o modelo e o mercado.
A empresa também informou que a embalagem dos produtos não utiliza plástico, com exceções relacionadas a revestimentos e adesivos e possíveis variações conforme a região.
Com preços que chegam perto de US$ 6 mil, a nova linha reforça a aposta da Sony em equipamentos dedicados ao público que busca reprodução musical de alta qualidade, construção diferenciada e recursos avançados de áudio.
Fonte: Sony Electronics, comunicado publicado pela PR Newswire em 15 de outubro de 2026.
Editor: Cassiano Cortez — Correio Gaúcho





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