Djokovic volta à China após 11 anos e reencontra torneio onde é imbatível

 

Foto/China Daily


 Sérvio retorna a Pequim para disputar o China Open, competição em que venceu seis títulos e acumulou 29 vitórias consecutivas.

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Novak Djokovic está de volta a Pequim. Onze anos depois de sua última participação na capital chinesa, o sérvio retorna ao China Open, torneio que marcou uma das fases mais dominantes de sua carreira.

Aos 39 anos, o 24 vezes campeão de Grand Slam desembarcou na China cercado por fãs e com uma relação especial com o público local. Segundo o China Daily, Djokovic voltou a Pequim justamente em um momento da carreira em que passou a priorizar torneios nos quais se sente bem e onde possui histórico de sucesso.

Djokovic tem retrospecto impressionante em Pequim

O histórico do sérvio no China Open chama atenção.

Djokovic venceu seis títulos em Pequim entre 2009 e 2015 e acumulou 29 vitórias consecutivas na competição.

O primeiro título veio em 2009, e o torneio se tornou um dos locais mais importantes de sua trajetória profissional.

Além das conquistas em Pequim, o tenista também possui excelente retrospecto em outro torneio realizado na China: o Shanghai Masters.

Djokovic conquistou quatro títulos em Xangai, entre 2012 e 2018.

“Há muito amor e apoio”, diz Djokovic

Durante entrevista em Pequim, Djokovic destacou a relação construída com os fãs chineses.

O tenista afirmou que sempre recebeu muito apoio do público local e explicou que, nesta fase da carreira, também considera importante disputar torneios onde se sente bem recebido e onde possui boas lembranças.

A presença do sérvio provocou grande movimentação no Centro Nacional de Tênis de Pequim, onde ele realizou seus treinamentos antes da estreia.

Busca pelo 25º Grand Slam continua

Apesar do retorno a um torneio de nível ATP 500, o grande objetivo esportivo de Djokovic continua sendo ampliar seu recorde de títulos de Grand Slam.

O sérvio já conquistou 24 títulos de Grand Slam e busca chegar ao número de 25.

Ele também conquistou a medalha de ouro olímpica em Paris 2024 e é o recordista de títulos em torneios ATP Masters 1000, com 40 troféus.

Djokovic chega após eliminação no US Open

A participação em Pequim acontece depois de uma eliminação inesperada no US Open.

Djokovic caiu na primeira rodada do Grand Slam diante do argentino Mariano Navone.

O resultado proporcionou ao sérvio um período maior de descanso antes de retornar às competições.

Segundo o próprio jogador, ele chegou à China se sentindo fisicamente bem e preparado para voltar às quadras.

Estreia será contra Nuno Borges

Na primeira rodada do China Open, Djokovic enfrenta o português Nuno Borges, atualmente número 49 do mundo.

Será o segundo confronto entre os dois jogadores.

No encontro anterior, realizado nas quartas de final do ATP de Atenas no ano passado, Djokovic venceu em sets diretos.

Possível duelo contra Zverev

Caso avance pelas primeiras rodadas, Djokovic poderá encontrar um adversário de peso nas quartas de final.

O alemão Alexander Zverev, cabeça de chave número 1 do torneio e campeão do US Open, aparece como possível adversário nessa fase.

A presença dos dois grandes nomes aumenta a expectativa sobre a competição em Pequim.

O recorde que Djokovic quer ampliar

Djokovic chega ao China Open ocupando a 12ª posição do ranking mundial.

O torneio representa apenas sua oitava competição em 2026 e é seu primeiro evento da temporada abaixo do nível ATP 1000.

Mesmo com a idade avançada para os padrões do circuito, o sérvio mantém como principal objetivo a disputa por títulos e a tentativa de ampliar sua marca histórica no tênis mundial.

Os números de Djokovic na China

6 títulos — conquistas no China Open.

29 vitórias consecutivas — retrospecto perfeito de Djokovic em Pequim.

4 títulos — troféus conquistados no Shanghai Masters.

24 Grand Slams — títulos de simples em torneios dessa categoria.

40 Masters 1000 — recorde de títulos na categoria.

428 semanas — recorde de semanas como número 1 do mundo.

39 anos — idade de Djokovic em 2026.

11 anos — período desde sua última participação no China Open antes do retorno de 2026.

O retorno de um velho conhecido

O retorno de Djokovic a Pequim reúne nostalgia e competição de alto nível.

Depois de mais de uma década longe da capital chinesa, o sérvio reencontra um torneio no qual construiu um dos retrospectos mais expressivos de sua carreira.

Agora, além de reencontrar os fãs chineses, Djokovic busca transformar seu histórico positivo no país em mais uma campanha na tentativa de alcançar o 25º título de Grand Slam.

Correio Gaúcho | Esportes

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