![]() |
| Créditos: Pixabay ONU |
Em discurso nesta terça-feira, Lula abordou soberania, conflitos internacionais, tecnologia, democracia e mudanças climáticas
SEO: Lula ONU 2026, Brasil ONU, Assembleia Geral ONU, Pix, inteligência artificial, clima, política internacional
Por Cassiano Cortez | Correio Gaúcho
O Brasil abriu os debates da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta terça-feira (22), com um discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A fala passou por assuntos nacionais e internacionais, incluindo guerras, soberania, clima, inteligência artificial, democracia, Pix e crime organizado.
Pix entrou no discurso
Um dos temas mencionados foi o sistema brasileiro de pagamentos.
Lula afirmou que o Brasil não pretende ceder, segundo suas palavras, a pressões que classificou como relacionadas à privatização do Pix.
Inteligência artificial
A inteligência artificial também ocupou espaço na agenda.
O governo brasileiro vem defendendo discussões internacionais sobre regulamentação da tecnologia.
Antes da Assembleia da ONU, Lula já havia defendido uma regulamentação global da inteligência artificial e maior formação de profissionais brasileiros na área.
Guerras e reforma da ONU
O presidente brasileiro também criticou a capacidade atual das Nações Unidas de impedir conflitos e voltou a defender mudanças no funcionamento do Conselho de Segurança.
Gaza e a guerra na Ucrânia estiveram entre os assuntos internacionais abordados.
Clima e meio ambiente
A agenda ambiental brasileira também apareceu no discurso.
O presidente citou ações relacionadas à redução do desmatamento e defendeu maior cooperação internacional para enfrentar as mudanças climáticas.
Um discurso em um momento político importante
A fala ocorreu menos de duas semanas antes do primeiro turno das eleições brasileiras.
O contexto político doméstico também apareceu no discurso, com referências à democracia e às eleições.
O discurso brasileiro na ONU, portanto, combinou política externa, economia, tecnologia, meio ambiente e temas domésticos.
Fontes: Organização das Nações Unidas; Presidência da República; Reuters; veículos de imprensa nacionais.

0 Comentários