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Primeiro turno será realizado em 4 de outubro; 12 candidaturas estão registradas para a Presidência da República, segundo o TSE
A eleição presidencial de 2026 entrou em sua fase decisiva.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, 12 candidaturas estão na disputa pela Presidência da República, e o primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Caso seja necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.
Entre as chapas registradas estão as de Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Augusto Cury e outros candidatos de diferentes partidos e correntes políticas.
Os principais temas da reta final
A campanha chega à fase final com temas que afetam diretamente a vida da população.
Entre eles estão:
- inflação;
- emprego;
- segurança pública;
- saúde;
- educação;
- impostos;
- dívida pública;
- agricultura;
- infraestrutura;
- programas sociais;
- relações internacionais;
- tecnologia e inteligência artificial.
Cada candidatura apresenta propostas e prioridades diferentes.
Economia está no centro do debate
A situação fiscal, a inflação e os juros estão entre os assuntos que podem influenciar as discussões sobre o próximo governo.
A economia brasileira chega à eleição com a Selic em 13,75% ao ano e inflação acumulada em 12 meses de 4,22% até agosto, segundo os dados disponíveis.
TSE reforça informações oficiais
O Tribunal Superior Eleitoral disponibiliza ferramentas para consulta de candidatos, pesquisas eleitorais, prestação de contas e informações sobre o processo eleitoral.
Desde setembro, também está disponível a consulta aos locais de votação pelo aplicativo e-Título e pelo site do TSE.
O eleitor na reta final
Com a proximidade da votação, a principal recomendação institucional é que o eleitor consulte informações oficiais sobre candidatos, propostas e regras eleitorais.
A prestação de contas parcial das campanhas também está disponível para consulta pública, permitindo acompanhar recursos arrecadados e despesas declaradas.
A eleição presidencial reúne candidaturas com diferentes programas e visões de país.
Cabe ao eleitor comparar propostas, histórico público e informações verificáveis antes de decidir seu voto.
Por Cassiano Cortez | Correio Gaúcho
Fontes: Tribunal Superior Eleitoral; Banco Central; IBGE.

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