A colheita da soja já alcança cerca de metade das lavouras na área de atuação da Cotrijal. Nas últimas semanas, o tempo firme permitiu o rápido avanço do processo no campo. A expectativa é de que os trabalhos de colheita sigam intensamente até o final de abril.
Até o momento, a avaliação da safra aponta para resultados heterogêneos conforme as condições climáticas registradas ao longo do ciclo. Impactado pelo fenômeno La Niña, o Rio Grande do Sul registrou períodos de estiagem entre janeiro e fevereiro em diversas regiões, o que afetou safra em momentos decisivos para o desenvolvimento da soja.
“Nós tivemos regiões que praticamente não foram afetadas pela seca, com chuvas próximas à média para o período, mas também temos áreas que ficaram quase 40 dias sem chuva. Então isso influencia diretamente no potencial produtivo. Por isso, ainda é difícil traçar uma expectativa mais precisa de produtividade. Podemos dizer, com certeza, que é uma safra com resultados bastante diversos”, avalia o gerente de Produção Vegetal da Cotrijal, Alexandre Doneda.
Ao longo de toda a colheita, os produtores associados contam com o suporte técnico da cooperativa para definir as melhores estratégias e processos para extrair a máxima produtividade. “Todo o nosso time está inteiramente à disposição para auxiliar os produtores no que for preciso, incluindo a definição do ponto correto para colheita e calibração das colhedoras - aspectos muito importantes para evitar perdas”, assegura Doneda.
Além disso, em algumas áreas é preciso realizar a dessecação para uniformização das lavouras antes da colheita. “Recomendamos que os produtores conversem com seus técnicos para verificar se é necessário realizar esse procedimento, assim como o ponto correto para a dessecação e qual herbicida deve ser utilizado", complementa o gerente.
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