O auditório central da Expodireto Cotrijal recebeu, na terça-feira (10), a primeira edição do Fórum de Seguros da Cooperativa Central de Serviços Agropecuários (CCSA). Durante o encontro, foram debatidas as dificuldades enfrentadas no setor e os benefícios potenciais da criação de um fundo catastrófico nacional.
"Se nós tivéssemos um fundo de seguro consistente, onde todos pagassem uma parte, com certeza o produtor poderia fazer uma apólice mais barata, ter uma cobertura maior e um risco menor com a seguradora. A gente sabe que quanto mais alto o risco, maior o custo. Então, esse debate é de suma importância", defendeu o presidente da Cotrijal e da CCSA, Nei César Manica, na abertura do evento.
A CCSA, segundo o presidente, é formada por 22 cooperativas, que possuem 210 mil associados, cobrindo 3 milhões de hectares nas culturas de verão e mais de 1 milhão de hectares nas culturas de inverno. "São quatro milhões de hectares em que poderíamos trabalhar com o seguro agrícola. Temos um levantamento apontando que nossos produtores têm 130 mil colheitadeiras e a grande maioria não tem seguro", afirmou Manica
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