O agronegócio brasileiro voltou a mostrar sua força no comércio internacional. Em fevereiro, o setor alcançou US$ 12,05 bilhões em exportações, registrando o maior valor da história para o mês, segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.
O resultado confirma o papel estratégico do campo na economia nacional. Mesmo diante de desafios logísticos e das oscilações do mercado global, o agro manteve ritmo acelerado de vendas externas, impulsionado principalmente pelos complexos da soja, carnes, açúcar e produtos florestais.
Entre os principais destinos das exportações brasileiras segue a China, maior compradora de produtos do campo do Brasil, além de mercados importantes como União Europeia e Estados Unidos.
De acordo com especialistas do setor, o desempenho expressivo é resultado da combinação entre alta demanda internacional por alimentos, competitividade da produção brasileira e expansão da produção agrícola em diversas regiões do país.
Outro fator que contribuiu para o recorde foi a valorização de algumas commodities agrícolas no mercado global. Produtos como soja e açúcar tiveram forte procura, reforçando o peso do agro na balança comercial.
Para produtores rurais e entidades do setor, o resultado reforça o protagonismo do campo na economia. Atualmente, o agronegócio representa uma parcela significativa das exportações brasileiras e continua sendo um dos principais motores de geração de renda, empregos e divisas para o país.
O cenário também gera expectativa positiva para os próximos meses. Com a colheita da nova safra avançando e a demanda externa aquecida, a tendência é de que o agro continue liderando o desempenho das exportações brasileiras em 2026, consolidando o Brasil como um dos maiores fornecedores de alimentos do planeta.
Força do campo
O recorde de fevereiro não é apenas um número expressivo. Ele representa o trabalho de milhões de produtores, cooperativas e empresas do setor que fazem do Brasil uma potência agrícola mundial — e reforça que, quando o assunto é alimentar o mundo, o agro brasileiro segue batendo novos recordes.
Cassiao Cortez-Correio Gaúcho
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