Falkenham cursa patologia na Universidade de Dalhousie, no Canadá. Ele conta que teve a ideia logo após fazer sua primeira tatuagem. Seu grande medo era de se arrepender dessa escolha no futuro e então tentou criar uma forma de eliminar esse problema sem que houvesse algum tipo de sofrimento.
O BLTR age diretamente em células chamadas de Macrófagos, que são as responsáveis por absorverem o pigmento das tintas. O creme estimula o corpo a produzir novos Macrófagos no lugar dos que estavam na região da tatuagem, deixando a pele novamente “limpa” e sem sofrer danos no processo.
Ainda em fase de testes, não há previsão de quando o BLTR estará disponível para ser comercializado.
Fonte: REVISTA PEGN
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