Administração Municipal engajada em manter a maternidade no Hospital Santa Lúcia

Administração Municipal engajada em manter a maternidade no Hospital Santa Lúcia


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Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Casca/ Foto: Eduarda Molossi

O Hospital Santa Lúcia de Casca reuniu-se com entidades, incluindo a Prefeitura Municipal, na tarde desta terça-feira, 23, para debater sobre a manutenção dos serviços de maternidade através do SUS. A ampliação da obstetrícia está dentro do projeto de expansão do Hospital, a fim de torná-lo uma referência regional de atendimento.
O Presidente da entidade filantrópica, Airto Zandoná, explicou na reunião que para manter o atendimento dos partos é necessário que sejam obtidos mais recursos, já que convênios como o SUS não repassam o suficiente. Para realizar um parto normal, por exemplo, apenas cerca de 15% do valor é repassado pelo Sistema Único de Saúde, o restante é custeado por intermédio de convênio com a Prefeitura, quando a gestante faz o pré-natal na Secretaria de Saúde.
Para tornar-se pólo regional de saúde, também é necessário aumentar o número de partos (dos 120 realizados anualmente, passar para cerca de 300). Para a viabilidade da manutenção da obstetrícia, foi formada neste encontro, uma comissão que irá visitar prefeitos e secretários de saúde da região oferecendo os serviços do Hospital por meio de uma parceria entre poder público, entidades municipais e comunidade como um todo.
O Prefeito Municipal, Alan Martins das Chagas, faz parte desta comissão. “Todas as entidades presentes da reunião concordaram em lutar para que o Hospital mantenha a maternidade. Gostaríamos que os municípios da região utilizassem os serviços do nosso Hospital, auxiliando-nos também financeiramente, na medida em que lhe são oferecidos serviços diferenciados. Essa parceria já funciona com Santo Antônio do Palma, atendemos diversos pacientes de lá. Faremos o nosso possível para auxiliar” afirma o Prefeito.
Atualmente a Prefeitura de Casca repassa R$ 88 mil mensais para manutenção do Hospital, justamente para complementar os valores que o SUS paga pelos serviços prestados e que, na maior parte da vezes, é insuficiente para cobrir os custos.

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