![]() |
| Fonte:Pixabay |
Ultrapassaram a barreira de US$ 500 milhões.
No decorrer de 2026 o faturamento com exportações de produtos lácteos, pelo Uruguai, foi 6% superior ao registrado de janeiro a julho de 2025, totalizando US$ 539 milhões, informou o Instituto Nacional do Leite (Inale).
Considerando os quatro produtos principais, aumentou o faturamento com a exportações de leite em pó integral, leite em pó desnatado e manteiga. Mas houve queda na remessa de queijos.
Em volume, houve crescimento nos embarques de leite em pó integral e manteiga, enquanto caíram as vendas de leite em pó desnatado e queijos.
Os dados da análise do Inale
O faturamento gerado pelas exportações uruguaias de lácteos é uma referência de grande importância – e não apenas para a agroindústria de laticínios -, visto que em 2025, esse segmento ficou no quarto lugar no ranking dos produtos exportados pelo Uruguai, atrás da carne bovina, celulose e soja.
Valores e variações de janeiro a julho de 2026/janeiro a julho/2025:
- Leite em pó integral: +11%; US$ 366 milhões
- Leite em pó desnatado: +4%; US$ 33 milhões
- Queijos: -1%; US$ 50 milhões
- Manteiga: +1%; US$ 42 milhões
Volumes e variações de janeiro a julho de 2026/janeiro a julho/2025:
- Leite em pó integral: +21%; 99.709 toneladas
- Leite em pó desnatado: -1%; 9.834 toneladas
- Queijos: -3%; 9.928 toneladas
- Manteiga: +17%; 7.425 toneladas
Preços e variações de janeiro a julho de 2026/janeiro a julho/2025:
- Leite em pó integral: -8%; US$ 3.797/tonelada
- Leite em pó desnatado: +5%; US$ 3.478/tonelada
- Queijos: +1%; US$ 5.149/tonelada
- Manteiga: -13%; US$5.386/tonelada
Os preços de julho de 2026, comparados com os de dezembro de 2025, tiveram as seguintes variações:
- Leite em pó integral: +26%
- Leite em pó desnatado: -10%
- Queijos: +1%
- Manteiga: -21%
Principais países importadores: Brasil e Argélia
Concluídos os dois trimestres iniciais de 2026, sempre com base na análise do Inale, tiveram dois mercados liderando de janeiro a junho (em valores).
De janeiro a março o Brasil foi o líder com participação de 32%, seguido por: Argélia (29%); México (4%); Arábia Saudita (4%) e Mauritânia (3%).
No período seguinte, abril a junho, o Brasil liderou com 31%, seguido por: Argélia (29%); Egito (4%); México (4%); e Nigéria (4%).
Fonte: El Observador Tradução livre: Terra Viva

0 Comentários