Técnicos da Seapi apresentaram temas nas áreas animal e vegetal
Uma comitiva de servidores da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) está em Cuiabá, participando da 9ª Conferência Nacional sobre Defesa Agropecuária, que ocorre de 16 a 18 de junho. Fiscais estaduais agropecuários das áreas animal e vegetal foram convidados a apresentar em sessões de encontros nacionais realizados no âmbito do evento.
Na terça-feira (16/6), o chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários no Departamento de Defesa Vegetal (Disa/DDV/Seapi), Rafael Friedrich de Lima, participou do Encontro Nacional de Sementes e Mudas, com apresentação sobre o papel da fiscalização agropecuária no fortalecimento do mercado legal de sementes.
“Abordamos as ações coordenadas que a Seapi vem desenvolvendo com outros órgãos, principalmente com o Ministério da Agricultura e com a Polícia Civil, por meio das delegacias especializadas na repressão de crimes rurais e abigeato (Decrab). São ações que têm repercutido bem positivamente pelo Brasil”, destaca Rafael. Para ele, o evento oportunizou a troca de experiências com outros órgãos de fiscalização do país, permitindo identificar gargalos e desafios comuns a todos.
No mesmo dia, durante o Encontro Nacional de Inspeção Vegetal, a chefe adjunta da Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov/DDV/Seapi), Andresa Lucho, apresentou ações bem-sucedidas de cooperação institucional em inspeção vegetal. Já no Encontro Nacional de Saúde Animal, o assessor técnico do gabinete Fernando Groff falou sobre respostas rápidas a emergências sanitárias e a importância do atendimento inicial.
Na quarta-feira (17/6), com o Encontro Nacional de Educação Sanitária, o coordenador da Seção de Educação Sanitária da Seapi, Felipe Campos, abordou o assunto sob a perspectiva da contenção do foco de gripe aviária ocorrido em Montenegro no ano passado, o primeiro foco registrado no Brasil em granjas comerciais.
“Compartilhamos quais foram nossas estratégias naquele momento, o que delineamos em relação às ações educativas, como foi o nosso trabalho em equipe, como aplicamos e quais os principais resultados. Sobretudo, apresentamos os principais pontos que esse episódio nos proporcionou enquanto aprendizado”, conta Felipe.
O coordenador enfatiza que o trabalho de educação sanitária não se inicia com a identificação do foco. “Ele vem, na verdade, como uma construção de bastante tempo. É um trabalho que se processa através do cotidiano, se consolida através da aplicação prática e se finaliza quando concluímos, de fato, o objetivo que nos propomos, que no caso em questão seria um foco de gripe aviária”, finaliza.

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